sexta-feira, 1 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
São Bento do Sapucai
Amigos, esta é uma música de minha autoria. No texto, procuro imaginar uma paisagem onde o trem surge como portador da saudade dos seus passageiros.
Saudade que vai; saudade que vem...
Espero que gostem!
Abraços
Saulo
Saudade que vai; saudade que vem...
Espero que gostem!
Abraços
Saulo
NOS TRILHOS DA EMOÇÃO
Dalinha Catunda
Amores são passageiros,
Acomodados em vagões.
Alguns seguem viagem
Menosprezando estações.
Outros descem ligeiro,
Até na primeira parada!
Pois lhes falta bagagem
Pra prosseguir a jornada.
Nos trilhos que corre vida
Nunca fui de perder trem,
Nem de ficar acomodada,
Esperando quem não vem.
Cada vez que o trem apita,
Sacoleja o meu coração.
Trilhando a linha da vida
Ergo a bandeira da emoção.
CACHORRO DOIDO
Crônicas do Eber
Um amigo meu, maquinista, sempre ia a um buteco no mercado após o serviço, e lá enchia a cara de cachaça, até perder o rumo de casa. Um certo dia, ele estava nesse local bebendo e tinha um cachorro, que estava pertubando a vida dele. Chegou mesmo a dar uma mordida em determinado momento! Ele gritou com o cachorro e continuou a beber até que num instante consegiu pegar o cachorro. Sabe o que ele fez? Mordeu o cachorro e disse : isso é pra vc aprender como dói morder os outros. Seu apelido é cachorro doido e aqui só conhecemos ele pelo apelido, se falar o nome dele ninguém conhece.
Abraços
Eber
domingo, 19 de setembro de 2010
Crônicas do Eber
Amigos, nosso colaborador Eber, ex-maquinista da Vale, tem contribuído bastante com este novo espaço. Compartilha com os leitores histórias (crônicas) do cotidiano de sua profissão.
Abaixo, mais duas histórias pitorescas.
Salaminho
Abaixo, mais duas histórias pitorescas.
Salaminho
Salaminho (aí pra vcs me parece que é mortadela)
Também colega que estava em um buteco tomando todas que tinha direito. Já lá pelas tantas o dono já querendo fechar o estabelecimento, o colega já não dizendo coisa com coisa, os salgados já tinha acabado. Resolveu pedir a saideira, como de costume, e mais salgado, quando o dono disse que salgado não tinha mais. Ele alí já com os olhos totalmente embaraçados pela "bendita" viu o extintor de incêndio e falou para o dono: corta então um pedaço daquele salaminho pra mim, apontando o dedo para o extintor. Seu apelido ficou como salaminho (meu amigo).
Pé de Frango
Certa vez um colega gago que viajando já há bastante tempo, e aproximando de uma determinada estação já com fome, chamou pelo rádio outro colega e pediu para que ele providenciasse uma marmitex. O companheiro da estação perguntou o que queria de carne. E ele respondeu pé, pé, pé, pé, pé pede frango. Quando o colega foi almoçar já distante daquela estação, ele teve uma surpresa desagradável porque sua marmita estava cheia de pé de frango. Ficou bravo, reclamou, mas não teve jeito seu apelido hoje é pé de frango.
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